A pita (Furcraea foetida), também conhecida pelos nomes de gravatá-açu e piteira, é uma planta da família das agaváceas.
Nativa de regiões tropicais das Américas, apresenta folhas mucronadas e flores branco-esverdeadas, com cheiro desagradável, em inflorescência gigantesca. É cultivada com fins ornamentais e para extração de fibras e de tanino.
A chamada pita fluorescente, originária das escolas secundárias, é um espécimen animal muito comum, sobretudo em zonas de diversão nocturna. Isto porque, durante o periodo diurno, estes mamíferos acumulam a luz solar, nomeadamente em centros comerciais e afins, realizando uma reacção foto-dependente na sua exoderme (constituida por diversas tunicas epiteliais, denominadas tops, kai-kais, entre outras), acumulando energia. Durante a noite, aproveitam sitios escuros, ou onde predomine luz negra, para libertar esta energia sob a forma de foto-excitação. De salientar k eh uma reacção que ocorre melhor na disponibilidade do grupo álcool (-OH).
A pita fluorescente é muito perigosa, porque atraindo as suas presas com esta foto-excitação, imediatamente as aniquila. Preferencialmente, esgota-lhes a carteira de todo o seu conteudo, utilizando os membros superiores numa exploração continua pelos bolsos da vitima, enquanto as trankuiliza com uma injecção de saliva com um potente opiáceo (de sabor a trident kids de morango, contam os poucos que sobreviveram). Outra técnica consiste no já mitico grito "Ai.. mas que ténis tão fash! Compras-mos?", o qual pode variar de ocasião para ocasião, dependendo das necessidades, e que invariavelmente levará a presa a esvaziar a carteira de livre vontade (ou quase..).