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Campo de concentração é um estabelecimento governamental utilizado para a detenção em tempos de guerra ou, com mesma missão dos presídios, de reeducar o elemento. No entanto, é comum haver, nestes locais, exploração de mão-de-obra gratuita ou mesmo extermínio de presos políticos, prisioneiros de guerra e membros de grupos étnicos que promovem insurreições por motivos ideológicos, políticos e militares.

Embora não conste integralmente na historia, em diversos países e momentos da história mundial, a combinação de autoritarismo político e o uso arbitrário do poder tem levado ao surgimento de campos de concentração que podem ser ou não oficiosos, mas geralmente são repartições secretas custeadas por nações em guerra e localizadas em outros países. Nos Estados Unidos da América os primeiros campos de concentração foram criados para a detenção de grupos raciais s formados por imigrantes orientais japoneses que durante a guerra Japão e Aliados famílias de orientais com seus filhos eram considerados suspeitos e cumpriram pena nessas repartições. Essa lacuna que ficou ofuscada na história dos vencedores, foi ampliada e plotada com outros personagens nos livros das histórias das nações vencidas e ideologicamente submissas hoje seria uma coisa do passado e não teria nada a ver com o presente, não fosse o caso dessas repartições secretas e outros depósitos de criminosos fictícios que quando não executados imediatamente são literalmente seqüestrados e enviados a esses territórios piratas, novas versões de campos de concentração que nossos heróis, não sabem como e onde esconder.

Na Alemanha Nazista outros étnicos foram igualmente perseguidos e que face às precárias condições do final da guerra, uma característica comum a toda nação vencida, transformou esses centros de confinamento no maior foco difusor de doenças e morte. Sem solução, muitos que ali viviam pereceram de fome e desnutrição antes mesmo do fim do conflito e não havendo como frear a proliferação de doenças "devido a quantidade de corpos em decomposição expostos ao meio", em muitos locais se adotou a prática de cremação. No final do conflito, não se sabe ao certo o número exato de sobreviventes dentro e fora desses centros, mesmo que tenham sobrevivido mais prisioneiros (que segundo documentários aprenderam a se alimentar de roedores) do que propriamente os habitantes efetivos que contavam com o trabalho escravo desses povos, mas nada justificaria os horrores da guerra e muito menos a submissão desses inocentes.

Para se ter uma idéia do massacre, "caso não houvesse o conflito mundial entre a Alemanha e Aliados, estima-se que do total de 6.000.000 de judeus desaparecidos, restariam apenas 400.000 (na faixa etária acima de 60 anos) que é praticamente a metade dos sobreviventes nos campos de concentração segundo cálculos de previsão e estatística. //www.census.gov/cgi-bin/ipc/idbsum?cty=IS Atualmente, existem menos judeus na faixa etária acima de 60 anos em Israel do que na pequena República Oriental del Uruguay //www.census.gov/cgi-bin/ipc/idbsum?cty=Uy ou Nova Zelândia //www.census.gov/cgi-bin/ipc/idbsum?cty=NZ que não participaram do conflito.

Os campos de concentração não integram os sistemas penitenciários usuais, onde são detidas as pessoas condenadas por infringir o ponto de vista das legislação existente num país e nem se confundem com os centros de confinamento dos prisioneiros de guerra, os quais se organizam de acordo com os princípios do direito internacional. Em alguns casos são dependências oficialmente inexistentes guantanamo prisões sem qualquer vinculação com a norma jurídica e muito aquém dos campos de concentração da Alemanha (usados para recrutar mão-de-obra vil) fazem parte de uma manobra muitas vezes vingativa contra um inimigo muitas vezes imaginário //www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/11/051104_presoseuacg.shtml e usado como instrumento de ameaças e submissão global, voltado sobretudo à alimentação do ódio e a indisposição entre as raças e oportunamente a guerra.

Os campos de concentração nazistas, eram uma manobra política para subjugar pequenas grupos sociais dissidentes ou contrários à doutrina do estado.

Mas nunca a condição humana esteve tão ameaçada como agora, mesmo na época dos campos de concentração nazistas que judeus, eslavos, ciganos, Testemunhas de Jeová, homossexuais e deficientes foram atingidos fisicamente e moralmente ao serem tratados como coisas, pragas, e raças inferiores a Humanidade se viu reduzida à massa de manobra de um sistema totalitário que se considera uma democracia perfeita em sua concepção interna e no entanto se olharem ao redor, assistimos a atualização de novos hitleres cercados com seus adoradores de muros//www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2004/02/040218_redcrossfil.shtml e cortinas etnicas, lembrados e catalogados pelo sistema com seu número de série.

Para satisfazerem seus desejos de supremacia, algumas escravidão pessoas pensam ter o direito de usufruir dos corpos de outros seres humanos até sua exaustão completa. Desde 1933, quando os primeiros campos de concentração de presos em massa foram construídos em Boyermoor e Dachau (Alemanha), oito milhões de pessoas perderam seus nomes, ganharam números, foram escravizadas, transformadas em cobaias, ou simplesmente eliminadas pelas doenças, torturas e câmaras de gás numa organização civil e militar, cujos objetivos transcendiam a questão racial ou política, revelando os fins ideológicos de uma sociedade voltada para exploração e extinção de tudo que fosse diferente daquilo considerado correto segundo seus critérios subjetivos e exclusivistas. Na obra de Adolf Hitler (1889-1945) aos dias de hoje nada mudou, a lógica de uma civilização massificadora foi aplicada em seres humanos inocentes e exposta para divertimento de seus comandantes, a fim de alimentar simples curiosidade //www2.uerj.br/~clipping/maio04/d21/d21_as_ordens_do_comandante_no_iraque_oglobo.htm dos meios de comunicação de massa que transformam todos, consumidores e trabalhadores em simples produtos do meio, doutrinados para referenciar novos “hitleres”, para o deleite de uma minoria dominante.''

Referências


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